Nilson Cesar e Flavio Prado polemizam após vice do Palmeiras na Recopa Sul-Americana

Em menos de um ano de Palmeiras, Abel Ferreira conduziu o time ao bicampeonato da Copa Libertadores da América e também a mais uma taça da Copa do Brasil. O treinador, no entanto, passou a ser pressionado após as derrotas nas penalidades para Flamengo e Defensa y Justicia na Supercopa do Brasil e na Recopa Sul-Americana, respectivamente – ambas nesta semana. No “Esporte em Discussão”, do Grupo Jovem Pan, Nilson Cesar e Flavio Prado questionaram a qualidade do técnico português. O primeiro criticou o “destempero” do comandante, enquanto o segundo não vê as ideias do técnico na equipe palmeirense.

“O Palmeiras perdeu para um time que equivale ao América-MG ou Uberlândia na Argentina. Não poderia ter perdido. O técnico do Palmeiras é um aprendiz! Chegou em novembro do ano passado, escala o time mal e tem um destempero emocional enorme, que reflete dentro de campo. Isso foi nítido ontem, quando jogadores experientes ficaram destemperados. Então, não adianta ‘babar ovo’. O cara ganhou a Libertadores e tem os seus méritos, mas ainda está aprendendo. Ele precisa melhorar essa questão do destempero rapidamente. Tomara que essa derrota tenha servido de lição para o Palmeiras. A torcida tem que entender que não tem um técnico excelente e que o elenco não é tudo isso”, comentou Nilson Cesar, nesta quinta-feira, 15.

“Eu não sei o que é o Abel Ferreira! Isso não quer dizer se ele é bom ou ruim. Até porque eu não tinha um conceito sobre ele quando venceu a Libertadores e a Copa do Brasil. Ele não teve tempo para trabalhar! Ele já falou várias vezes que não teve tempo para treinar. Não conseguiu implantar a ideia dele. Não dá para ter uma definição, nem para o bem e nem para o mal. Evidentemente, ele ficou pressionado depois da derrota para o Flamengo e, agora, com a derrota para o Defensa y Justicia. Espero que ele seja respaldado para trabalhar, o que eu não sei quando vai conseguir por causa da maratona de jogos. É muito cedo para fazer um diagnóstico”, opinou Flavio Prado.

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