Ciência falha feio e não consegue um “remedinho” para combater pandemia; cadê os nossos pesquisadores?

Desde que surgiu o primeiro caso, em novembro do ano passado, na China, até hoje, cientistas do mundo inteiro não conseguiram, sequer, um fármaco eficiente para reduzir, por exemplo, a carga viral do corona.

Apesar de consumirem trilhões de dólares em pesquisas, nenhum profissional da ciência médica apontou um “remedinho”, apenas um “remedinho”, para combater a pandemia.

Beira o ridículo, né? Estudam uma vida inteira, vivem para esse fim, e, para decepção de todos, são incapazes de criar uma droga eficaz (antibióticos, corticoides ou coquetéis) que seriam ministradas em pacientes infectados pelo coronavírus.

No outro lado do tabuleiro, os médicos, em geral, estão mais perdidos do que “cego em tiroteio”.  Não sabem como o vírus evolui. Desconhecem porque alguns pacientes reagem rápido ao tratamento e outros evoluem a óbito.

Neste cenário de terror, os gestores de saúde (leia-se nossos políticos) não se esforçam para rastrear, testar e isolar pacientes infectados, o que impediria o avanço da pandemia no Brasil. Pelo contrário, muitos foram presos pela Polícia Federal como milhões guardados em caixas-térmica, mochilas e armários.

Resumindo tudo isso: a ciência falhou, os médicos batem cabeça e o povo, lascado, morre aos milhares por conta do coronavírus. Que merda, né?   

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