Temendo 2ª onda da pandemia, GP da China está ameaçado

O risco de uma segunda onda do novo coronavírus no país fez a China decidir nesta quinta-feira pelo cancelamento de eventos esportivos internacionais programados para 2020. A Administração Geral do Esporte divulgou um programa chamado “plano de retomada dos eventos esportivos baseado na ciência e na ordem” e as únicas exceções são as competições classificatórias para os Jogos Olímpicos de Inverno de Pequim, que serão realizados em 2022.

Por conta desse documento, muitos eventos esportivos internacionais serão afetados. Entre as modalidades mais atingidas estão o tênis e a Fórmula 1. O GP da China, na cidade de Xangai, adiado desde abril, deve ser oficialmente cancelado e não disputado na atual temporada, que sofreu diversas mudanças em seu calendário e teve a estreia somente no último final de semana, na Áustria.

No tênis, a ATP ainda não divulgou o seu calendário para depois do remarcado Roland Garros, que terminará em outubro, e por isso não haverá necessidade de novas alterações com a ausência dos eventos chineses. Já a situação do circuito da WTA é bem diferente, uma vez que o circuito feminino planejou todos os seus torneios até o final de 2020, sendo sete deles em cidades chinesas: Pequim, Wuhan, Nahnchang, Zhengzhou, Shenzhen, Zhuhai e Guangzhou. Entre eles o destaque é para o WTA Finals em Shenzhen, que agora deverá buscar outra sede se quiser ser realizado.

Em Xangai, dois grandes eventos de golfe de nível mundial, o World Golf Championship e o LPGA, seriam realizados ainda em 2020 e devem ser cancelados. Em outubro, Xiamen receberia o torneio asiático de escalada e, em dezembro, o World Tour Finals de badminton seria disputado em Guangzou.

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