Conservadores projetam chapa presidencial com Moro e Mandetta contra Bolsonaro, em 2022

Apesar de embrionário, projeto político nacional vem sendo costurado nos bastidores, em Brasília. Para enfrentar o atual presidente Jair Bolsonaro, numa eventual reeleição, partidos de direita, ligados a grupos conservadores e patriotas defensores do cristianismo, planejam uma aliança entre os ex-ministros Sérgio Moro (Justiça) e Henrique Mandetta (Saúde).

Neste caso, a dupla enfrentaria nas urnas o ex-patrão como candidatos a presidente e vice, respectivamente. Ambos deixaram a gestão de Bolsonaro após desentendimento com o chefe do Executivo. Eles saíram do governo com alta aprovação popular. “Uma chapa fortíssima, com apelo popular gigantesco”, avaliou uma fonte do BLOGDOMAK, no DF.

As articulações devem se intensificar logo após as eleições municipais, adiadas para 15 de novembro por conta da pandemia causada pelo coronavírus. Porém, tanto Moro como Mandetta já se portam veladamente como oposição ao presidente.

Nos últimos dias, eles passaram a criticar Bolsonaro como maior intensidade nas redes sociais. “A ideia é sangrar o Bolsonaro até as eleições gerais, em 2022. Até lá, Moro e Mandetta  vão percorrer o Brasil para ganhar mais musculatura política”, afirmou a mesma fonte.

Além dos partidos ligados a grupos de direita no Brasil, o projeto político dos ex-ministros prevê a formação de uma coalização contrária ao grupo governista, inclusive com partidos de centro-esquerda.  Entre eles, estão o PSB, Solidariedade e Rede, exceto o PT e PC do B. “Vamos dialogar com legendas de outro campo ideológico. Vamos montar um grupo político capaz de pacificar o Brasil”, finalizou a fonte.

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