Brasil registra 1.199 mil mortes por coronavírus em 24 horas

O Brasil registrou mais 1.199 óbitos pelo novo coronavírus nesta quinta-feira (9). Foram 42.907 novos casos confirmados de infecção em 24 horas, de acordo com o levantamento realizado por Estadão, G1, O Globo, Extra, Folha e UOL junto às secretarias estaduais de Saúde. No total, os dados apontam que 69.254 brasileiros já perderam a vida pela covid-19 e 1.759.103 pessoas foram infectadas.

O balanço de óbitos e casos faz parte de uma parceria entre jornalistas dos seis meios de comunicação para coletar junto às secretarias estaduais de Saúde números que estavam sendo mantidos restritos pelo governo Jair Bolsonaro.

Já o Ministério da Saúde registrou 1.220 mortes pelo novo coronavírus (Sars-CoV-2) em 24 horas. Segundo o órgão, este é o terceiro dia seguido que o país soma mais de 1,2 mil falecimentos. De acordo com os dados, o País está próximo de bater 70 mil óbitos: existem 69.184 vítimas da covid-19, com taxa de letalidade de 3,9%, que caiu levemente. Já o índice de mortalidade é de 32,9 pessoas por cada 100 mil habitantes. Ao todo, 1.755.779 pessoas estão contaminadas com o vírus.

Em um dia, foram confirmados mais 42.619 novos contágios. A taxa de incidência continua aumentando, saltando de 815,2 para 835,5 por cada 100 mil indivíduos em todo o território brasileiro. Os números mantém o Brasil como o 2° país mais afetado pela doença, atrás apenas dos Estados Unidos, de acordo com a universidade Johns Hopkins.

Epicentro da pandemia no país, o estado de São Paulo contabiliza 17.118 vítimas da Covid-19, com 349.715 pessoas infectadas. Em seguida vem o Ceará, onde 131 mil pessoas contraíram o novo coronavírus. Segundo o Ministério da Saúde, o Brasil tem 632.552 pacientes em acompanhamento médico, enquanto 1.054.043 estão curados. Hoje, a pasta disse ao Supremo Tribunal Federal que o protocolo sobre o uso da cloroquina e da hidroxicloroquina contra a doença, publicado no fim de maio, não obriga médicos e pacientes a serem submetidos ao tratamento.

Mesmo não havendo comprovação científica da eficácia do medicamento no combate à Covid-19, o presidente Jair Bolsonaro, infectado pela doença, tem defendido o uso da substância.

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