Padre que chamou Bolsonaro de “bandido” vira herói nacional

Para colocar mais lenha na fogueira, grupo fechado de 67 padres, a maioria simpatizante da Teologia da Libertação, divulgou nota em solidariedade ao padre da cidade de Artur Nogueira, no interior de São Paulo, que, durante missa dominical, chamou o presidente Jair Bolsonaro de “bandido” e disse que quem votou nele deveria se confessar.

Na nota, os religiosos citaram Frei Betto, o “padre do Lula”, e disseram que o sermão do pároco Arthur Nogueira foi “discurso teológico”.

“Assim como os profetas e Jesus, padre Edson denunciou a opressão e o descaso que nosso povo brasileiro está submetido. Não é possível ficar impassível, indiferente diante de tantas mortes, de maneira especial dos empobrecidos e dos esquecidos.”

Eles ainda afirmaram que se alegram “com sua voz profética que se levanta para denunciar todo esse projeto de morte que vem sendo implantado”, revela trecho do documento.

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