Queiroz reclama das “quentinhas” e MP manda separar comida para evitar riscos de envenenamento em Bangu 8

Preso desde o dia 18 de junho, acusado pelo Ministério Público do Rio de Janeiro, de ser peça central no esquema das “rachadinhas”, na Assembleia Legislativa (Alerj), Fabrício Queiroz, ex-assessor do atual senador, Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), reclamou ao MP da qualidade da alimentação, servida em Bangu 8.

A denúncia foi feita por Queiroz durante interrogatório aos promotores na última quarta-feira (1), acerca de suposto vazamento durante Operação Furna da Onça, desencadeada pela Polícia Federal, em outubro de 2018.

Por mediadas de segurança, a comida de Queiroz é feita separadamente dos demais presos, com a intenção de evitar, por exemplo, riscos de envenenamento.

Mas apesar do “privilégio”, Queiroz “chiou” ao reprovar a qualidade das “quentinhas” servidas três vezes ao dia: café da manhã (pão com manteiga e leite), almoço (arroz, feijão, salada e carnes) e janta (sopa de legumes ou macarrão com frango).    

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