Sara relata 10 dias na prisão

A extremista Sara “Winter” Giromini, que adotou o pseudônimo de Sara Winter (foto ao centro), concedeu entrevista coletiva ontem (26), após ter sido presa pela Polícia Federal no dia 15 deste mês, por determinação do ministro Alexandre de Moraes, responsável pelo inquérito que apura as fakes News no Supremo Tribunal Federal (STF).

Durante a entrevista, Sara contou aos jornalista como foram os dez dias em que esteve presa. Ela reclamou do isolamento, além da pressão psicológica por apoiar, segundo ela, o presidente, Jair Bolsonaro.

“Não vi minha família, só meus advogados. Eu estava em um lugar onde já passaram criminosos de verdade. Quando falaram que eu iria para a Colmeia, eu achei que era uma piada de mau gosto. Vocês já imaginaram o que é ser apoiadora do Bolsonaro e ser jogada em um presídio? Foi como se decretassem meu homicídio assistido ou talvez um suicídio. Não é fácil ser presa e ser a favor do Bolsonaro”, reclamou.

Após ganhar a liberdade, Sara terá que cumprir medidas restritivas severas como uso de tornozeleira eletrônica, não se aproximar de órgãos públicos como a sede do Supremo Tribunal Federal, além da Câmara dos Deputados e o Senado. Ela não poderá deixar Brasília e ainda terá que comparecer em juízo a cada 30 dias para informar o paradeiro dela. Se descumprir tais medidas, ela poderá ter prisão preventiva decretada pelo STF.

“Neste momento, eu apresento todos os sintomas de estresse pós-traumático. Hoje vai ter a primeira consulta com psicólogo para dar início a um tratamento forte e intensivo”, finalizou.

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