Justiça pode “zerar” investigações das rachadinhas

O futuro do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), além do seu ex-assessor, Fabrício Queiroz, preso no complexo de Bangu 8, acusado pelo esquema das rachadinhas na Assembleia Legislativa (Alerj), está nas mãos de três desembargadores do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro.

A 3ª Câmara Criminal vai julgar um pedido de habeas corpus apresentado pela defesa do filho do presidente para tirar o caso das mãos do juiz Flávio Itabaiana, da 27ª Vara Criminal. Foi ele quem autorizou todas medidas ocorridas no inquérito.  

O argumento dos advogados é o de que cabe ao Órgão Especial do TJ do Rio decidir sobre os pedidos feitos pelos investigadores – por se tratar de fatos supostamente praticados enquanto o senador era deputado estadual.

Se a petição de Flávio for atendida, as investigações, mandados de buscas e a prisão de Queiroz serão anulados. Neste caso, a esposa dele, Márcia Aguiar, foragida, estará livre, leve e solta para circular na belíssima cidade do Rio de Janeiro.

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