Jornal Nacional insinua que caberá a Bolsonaro “desonra” histórica

No dia em que o consórcio de imprensa contabilizou 1 milhão de brasileiros contaminados pelo novo coronavírus e 50 mil mortos pela covid-19, o Jornal Nacional teve abertura atípica, com longa dissertação feita por seus âncoras. Um editorial com forte teor emocional ressaltou a dor pela perda em série e em tão pouco tempo de tantas vidas. “Uma nação se define como a reunião de pessoas que compartilham sentimentos. Afetos, laços, cultura, valores, uma história em comum. Empatia é a capacidade que o ser humano tem de se colocar no lugar do outro, entender o que o outro sente. Uma nação chora seus mortos, se solidariza com aqueles que perderam pessoas querida. Cinquenta mil (mortos). Diante de uma tragédia como essa, uma nação para, ao menos um instante, em respeito a tantas vidas perdidas. É o que o JN está fazendo agora diante desses rostos que nós temos perdido desde março”, disse Renata Vasconcellos.

%d blogueiros gostam disto: